fALECE DINÁH FRANÇA
PLANTÃO SUDESTE ON LINE
FALECE EM SALVADOR DINÁH FRANÇA
Faleceu hoje, dia 04 de agosto na cidade de Salvador a querida serva de Bahá´u´lláh, Sra. Dináh de Almeida França. D. Dináh, como era carinhosamente chamada pelos amigos bahá´is, dedicou grande parte de sua vida a comunidade bahá´i do Rio de Janeiro, servindo na Assembléia Local daquela comunidade durante 42 anos. Foram anos de luta, de coragem dedicação e muito, muito amor a Causa de Deus. D. Dináh, já com a idade avançada, cruzava o Rio de Janeiro, de ipanema onde morava até Vila Isabél, onde na época estava a sede local, para participar de reuniões da Assembléia a noite, numa clara demonstração de amor e dedicação a Cauda de Deus.
Foi uma pessoa altamente dedicada aos assuntos da Fé, ela vivenciava a Fé que servia, e não media esforços em sua servitude a Causa. Era a imagem pacificadora nas reuniões da Assembléia e da comunidade, era fraterna, amiga, compreensiva e stremamente gentil com todos, uma grande pessoa que amva e respeitava a todos aqueles que cruzava o seu doce caminho. Quem não se lembra das festas de Naw Ruz na casa de D. Dináh França, quem não se lembra daquele sorriso docil ao qual recebia todos aqueles aos quais ia buscar na porta de sua casa, uma imagem inesquecivél. Todos os baháís do Brasil, especialmente os do Rio de Janeiro, que tiveram o previlégio de conhecer e servir com D. Dináh França, sentem-se hoje com um profundo e irreparavél sentimento de perda, uma perda que vai além do sentimento de ausência, mais da certeza que uma alma muito generosa e especial deixou esse convivio terreno e se juntou aos anjos do Senhor das Ostes. O sudeste On Line convida a todos os amigos do Sudeste, que especialmente hoje, dediquem orações a essa grande apoiadora da Causa de Deus que escolheu essa região para morar e servir a Causa e em especial aos bahá´is do Rio de Janeiro, estado que ela amava profundamente.
Perdemos uma grande colaboradora, uma amiga incondicional e uma devotada serva de Deus. Porque não dizer que o Rio de Janeiro ficou orfão de uma mãe espiritual que por quase 50 anos serviu espiritualmente a esta comunidade.
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